terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Doenças Tipográficas
Recebi por email do colega Jéferson e tive que compartilhar. Se já foi postado aqui, peço desculpas.
Só sei que sofro de ICT. =)
Tipofilia : Esta perturbação é caracterizada por uma fixação e fascínio excessivos pela forma das letras, que se manifesta pela exclusão de outros interesses de carácter objectual ou conceptual. A história da tipografia mostrou que pacientes que padecem deste mal acabam por falecer na maior pobreza e solidão. Outros sintomas conhecidos incluem a ICT (Identificação Compulsiva de Typefaces), havendo uma identificação compulsiva dos typefaces em todos os suportes com que o paciente se depara, levando a uma procura incessante caso não o consiga fazer.
Tipocondria : É caracterizada por uma crença e ansiedade persistentes de que foi seleccionado o typeface errado para um trabalho corrente. Este comportamento traz um comportamento paralelo de PKO (Perturbação de Kerning Óptico), que consiste no acerto compulsivo dos espaços entre as letras, como consequência da percepção distorcida no espacejamento dos caracteres.
Tipotermia, também conhecida como Politipogamia : O paciente que sofre desta perturbação é incapaz de assumir um compromisso com um único typeface, ou até 5 ou 6, como alguns médicos aconselham. Consiste no insistente uso de novos typefaces, muitas vezes sem licença adequada. Para mais, utiliza-os sem critérios e de forma excessiva, forçando e inventando motivos para o usar, sem contexto que o justifique.
Tipofobia : Trata-se do pólo oposto do uso da tipografia. Os tipofóbicos tendem a evitar o uso de letras de forma legível, utilizando dingbats, ícones ou pictogramas, como aversão à linguagem verbal. Em casos graves, são usadas bullets (balas) ou daggers (punhais). Para minorar e tentar controlar os medos e ansiedades (mas não curar), é aconselhada a posologia de pequenas doses de Times New Roman e Helvetica. Mais recentemente foi descoberto que o uso de Bembo e Univers poderão mostrar-se mais eficazes em casos dramáticos.
Tipoolismo : Estudos recentes demonstram que a tipografia poderá ser utilizada como tipefaciente, alienando os seus consumidores da matéria imagética no design gráfico. Esta perturbação induzida por intoxicação com caracteres tipográficos poderá levar a uma percepção distorcida de glifos, constatando serifas onde não existem, ou ligaduras entre letras. Em casos graves, o tipoólico utiliza typefaces fantasia pensando serem sans-serif, ou script como serif. O consumo de tipefacientes provoca dependência e em casos graves o paciente atribui todas as formas imagéticas à génese tipográfica, construindo as imagens com base nas formas das letras. O tratamento passa pelo uso de ícones e imagens em alto contraste a preto para recuperar a percepção formal, e utilizar tipos sans-serif.
Só sei que sofro de ICT. =)
Tipofilia : Esta perturbação é caracterizada por uma fixação e fascínio excessivos pela forma das letras, que se manifesta pela exclusão de outros interesses de carácter objectual ou conceptual. A história da tipografia mostrou que pacientes que padecem deste mal acabam por falecer na maior pobreza e solidão. Outros sintomas conhecidos incluem a ICT (Identificação Compulsiva de Typefaces), havendo uma identificação compulsiva dos typefaces em todos os suportes com que o paciente se depara, levando a uma procura incessante caso não o consiga fazer.
Tipocondria : É caracterizada por uma crença e ansiedade persistentes de que foi seleccionado o typeface errado para um trabalho corrente. Este comportamento traz um comportamento paralelo de PKO (Perturbação de Kerning Óptico), que consiste no acerto compulsivo dos espaços entre as letras, como consequência da percepção distorcida no espacejamento dos caracteres.
Tipotermia, também conhecida como Politipogamia : O paciente que sofre desta perturbação é incapaz de assumir um compromisso com um único typeface, ou até 5 ou 6, como alguns médicos aconselham. Consiste no insistente uso de novos typefaces, muitas vezes sem licença adequada. Para mais, utiliza-os sem critérios e de forma excessiva, forçando e inventando motivos para o usar, sem contexto que o justifique.
Tipofobia : Trata-se do pólo oposto do uso da tipografia. Os tipofóbicos tendem a evitar o uso de letras de forma legível, utilizando dingbats, ícones ou pictogramas, como aversão à linguagem verbal. Em casos graves, são usadas bullets (balas) ou daggers (punhais). Para minorar e tentar controlar os medos e ansiedades (mas não curar), é aconselhada a posologia de pequenas doses de Times New Roman e Helvetica. Mais recentemente foi descoberto que o uso de Bembo e Univers poderão mostrar-se mais eficazes em casos dramáticos.
Tipoolismo : Estudos recentes demonstram que a tipografia poderá ser utilizada como tipefaciente, alienando os seus consumidores da matéria imagética no design gráfico. Esta perturbação induzida por intoxicação com caracteres tipográficos poderá levar a uma percepção distorcida de glifos, constatando serifas onde não existem, ou ligaduras entre letras. Em casos graves, o tipoólico utiliza typefaces fantasia pensando serem sans-serif, ou script como serif. O consumo de tipefacientes provoca dependência e em casos graves o paciente atribui todas as formas imagéticas à génese tipográfica, construindo as imagens com base nas formas das letras. O tratamento passa pelo uso de ícones e imagens em alto contraste a preto para recuperar a percepção formal, e utilizar tipos sans-serif.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Marca Pessoal - Diego Kuse
TRABALHO FINAL – TIPOGRAFIA
Concepção e desenvolvimento de Marca Pessoal
Marca Pessoal escolhida: Proposta 01:
Utilização de fontes sem serifa;
Traço fino, sucinto e formas precisas;
Jogada com as palavras KA com Design;
Remete direta/indiretamente ao software AutoCAD;
A fonte utilizada no logotipo foi a Acens;
Palavras usadas em caixa alta e baixa, para gerar equilíbrio;
Concepção e desenvolvimento de Marca Pessoal
Marca Pessoal escolhida: Proposta 01:
Utilização de fontes sem serifa;
Traço fino, sucinto e formas precisas;
Jogada com as palavras KA com Design;
Remete direta/indiretamente ao software AutoCAD;
A fonte utilizada no logotipo foi a Acens;
Palavras usadas em caixa alta e baixa, para gerar equilíbrio;
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Apresentações
Na contagem dos pontos de avaliação, a disputa ficou bem acirrada.
No final, o resultado foi esse:
1º Rafael
2º Samanta
3º Patrícia
4º Letícia
5º Diego Biazus
6º Jeferson
7º Piter
8º Cristiane
9º Diego Kuse
10º Jorge
No final, o resultado foi esse:
1º Rafael
2º Samanta
3º Patrícia
4º Letícia
5º Diego Biazus
6º Jeferson
7º Piter
8º Cristiane
9º Diego Kuse
10º Jorge
Meus Adesivos
A empresa fez um ano de funcionamento, nesse mês de novembro. Atualmente, é uma empresa voltada somente para criação e produção de adesivos decorativos
Desenvolvi nesse conceito algo relacionado com algo que tenha haver mais com a empresa e com seu processo de produção. Nisso, procurei e pesquisei sobre os logos das empresas de adesivos, e vi que muitos logos não tem conceito algum relacionado ao processo de recorte. Então procurei nesse logo, criar algo que essa parte de produção estivesse no logo.
Nas vários e vários testes que fiz, em um deles eu procurei colocar as iniciais do logo (m e a) para ver se alguma idéia sairia nisso. Durante o processo de criação, após o processo de imbubação, tive a idéia de tentar colocar o desenho da máquina ou mesmo do adesivo vinil no logo.
Nisso, eu peguei um dos modelos que estava fazendo com a letra a, e redezenhei encima do conceito de produção, aonde esse a se tornou a visto laderal da máquina, aonde o formato ficou muito parecido com a máquinde corte. Ainda nesse processo, coloquei um círculo no meio desse símbolo, para que esse círculo remete se também ao adesivo vinil, conseguindo remeter então ao conceito de produção que eu busquei.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Marca pessoal

Através de uma boa marca um escritório ou profissional de design passa ao emprsário confiança e credibilidade em oferecer uma acessoria ou o melhor serviço.
Foi pensando assim que assim que criei esta marca para diminuir esta deficiência que as pequenas empresas enfrentam seja, na criação ou na inovação de seus produtos.
tenho como promessa principal oferecer serviços com a garantia da melhor opção para a empresa contratante e, assumo o compromisso de acompanhar o desenvolvomento de seus produtos da fase inicial até a fase final.
a garantia da melhor opção será feito de maneira que o contatante possa acompanhar participando d reuniões dentro de sua própria empresa.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Marca pessoal
Marca Pessoal
O designer precisa identificar seus trabalhos, para que sejam reconhecidos, e a marca pessoal é uma forma .As cores escolhidas foram o preto, vermelho e o cinza. O vermelho por simbolizar poder, sugere motivação, atividade e vontade. Também é associada à excitação, como iniciativa e disposição para agir.
O cinza neste caso é uma cor neutra. Está associada à independência, à auto-suficiência, ao aouto-controle, é uma cor que atua como escudo contra as incluências externas. O preto por ser o mesmo tempo proteção e mistério.
A aplicação das cores nas letras estão em degrade.
As linhas na cor preta que sobressai as letras "A, I e M", são para representar a construção de um desenho, no caso linhas de contrução.
Foi escolhido a família das letras lapidárias, pois proporciona pouca variação nas hastes, esta família também não apresenta serifas em suas hastes neste caso são uniformas tornando-se mais visuais e legíveis.
O grante intuito da marca é a integração do nome do autor com a palavra designer, nesnte caso o profissional.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Marca Pessoal Anelise Carminatti
De acordo com a votação dos colegas na última terça-feira, a segunda alternativa proposta foi a escolhida pela turma.

Defesa:
- Uso de formas geométricas, o que mostra a padronização de formas, representando seriedade e solidez;
- Uso de linhas retas, ligação direta com a personalidade da pessoa que a produziu;
- Uso de tons de ouro, o que representa luxo e status;
- Uso da fonte Copperplate Gothic Bold, que possui hastes uniformes, transmitindo assim uma sensação de equilíbrio.
Finalizo minhas postagens, agradecendo pelo ótimo semestre que tivemos!!
Abraço, Anelise
Logo Josiane Carlesso
Utiliza-se para projetar um logotipo abstrato, quer dizer, um logotipo que apresente uma mensagem gráfica formado por um “ j” dando a idéia de ser uma lâmpada. Através do equilíbrio da relação ótica entre a escrita e o elemento, os efeitos visuais produzidos por este logotipo são: estabilidade, racionalidade e equilíbrio. A fonte aplicada sem serifa facilitam a leitura dando a sensação de leveza e seriedade. Em exeção a palavra “Inter” que possue uma forma orgânica rebuscada para dar idéia de design e inovação em interiores.
Para ser simples e funcional, e ainda representar as ações da entidade, foi feito um estudo relacionado à cor, que de acordo com Farina [...] é um importante elemento de identidade, principalmente quando nos referimos à identidade visual. O que denominamos identidade visual normalmente envolve um logotipo e um símbolo e estes, por sua vez, expressam-se por meio das cores e das formas.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Logos para disciplina de tipografia.

De acordo com a proposta do prof. Rangel, deveríamos elaborar duas assinaturas visuais, trabalhando o próprio nome ou o nome de uma empresa (fictícia no meu caso). As assinaturas visuais que elaborei seriam de um escritório de design mais voltado para as demandas da área de moda (produto e gráfico). Sei que o combinado era que postassemos apenas o logo escolhido pela turma como sendo o mais legal... porém, vou postar os dois pois eles foram um desafio "empolgante" para mim (que faço design de produto). Queria aproveitar para agradecer ao professor pelos ensinamentos e a todos os colegas que fizeram parte de mais um semestre (tá quase acabando!hehehe). Um abraço a todos!
Logo Ketlin Fávero

A logo de minha empresa possui a letra K espelhada, pois, ano passado quando fiz a cadeira de Materiais e Técnicas Gráficas |, trabalhamos com xilogravura, a prof. Cinthia nos deu um pedaço da matriz (madeira) com o objeto cortante para desenharmos o que nós queríamos, resolvi então escrever meu nome, mas então eu devia ter escrito meu nome espelhado, mas infelizmente fiz ao contrário, quando passei paro o papel ficou espelhado, foi daí que tirei minha ideia para minha logomarca fazer a letra K espelhada.
Usei a cor laranja, pois gosto muito de cores chamativas e ela representa energia, entusiasmo, extravagância e necessidade de atenção. Esta cor pretende oferecer a sensação de abertura e amizade a quem visualiza. Atrativa, clara e de natureza alegre que capta a atenção dos espectadores e atribui ao logotipo um visual contemporâneo. A fonte utilizada foi Sakkal Majalla.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Ordem das Apresentações
Caros alunos, segue a ordem das apresentações do trabalho final.
Pelo menos 17 alunos apresentarão no dia 23, e outros 17 no dia 7 de dezembro.
1 - Samanta
2 - Rafael
3 - Luana
4 - Heitor
5 - Carine
6 - Maximiliano
7 - Adir
8 - Luiza
9 - Letícia
10 - Jessica
11 - Jeferson
12 - Ketlin
13 - Nestor
14 - Patrícia
15 - Josiane
16 - Vanessa
17 - Diego
18 - Anelise
19 - Thiago
20 - Maicon
21 - Jaqueline
22 - Jorge
23 - Diego Biazus
24 - Cesar
25 - Luan
26 - Leonardo
27 - Leonardo
28 - Cássia
29 - Eriki
30 - Caroline
31 - Felipe
32 - Lucas
33 - Cristian
34 - Piter
Pelo menos 17 alunos apresentarão no dia 23, e outros 17 no dia 7 de dezembro.
1 - Samanta
2 - Rafael
3 - Luana
4 - Heitor
5 - Carine
6 - Maximiliano
7 - Adir
8 - Luiza
9 - Letícia
10 - Jessica
11 - Jeferson
12 - Ketlin
13 - Nestor
14 - Patrícia
15 - Josiane
16 - Vanessa
17 - Diego
18 - Anelise
19 - Thiago
20 - Maicon
21 - Jaqueline
22 - Jorge
23 - Diego Biazus
24 - Cesar
25 - Luan
26 - Leonardo
27 - Leonardo
28 - Cássia
29 - Eriki
30 - Caroline
31 - Felipe
32 - Lucas
33 - Cristian
34 - Piter
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Ilustrações Tipográficas
Seguindo a linha de uso da tipografia para fins diversos, segue abaixo algumas ilustrações tipográficas.




sábado, 6 de novembro de 2010
Tipografia à mão
O caligrafista italiano Luca Barcellona abre mão de qualquer software no computador, e cria “na unha” a tipografia de um cartaz para o evento “Legacy Of Letters”.
Esse é pra quem fica aí passando horas pra escolher um fonte em um software…
Ele faz tudo isso em 5min.
Esse é pra quem fica aí passando horas pra escolher um fonte em um software…
Ele faz tudo isso em 5min.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Escolas de design investem no ensino tipográfico

O movimento que está acontecendo no mercado de design gráfico em torno do assunto tipografia começa a chegar às escolas de design.
Para estimular os alunos, escolas como SENAC cultivam o hábito de publicar catálogos com as fontes produzidas durante o ano.
Questão Vital
“Um designer que não conhece tipografia é como um arquiteto que não sabe desenhar”, afirma Fernanda Martins, designer especialista em fontes.
O embasamento do designer, segundo os especialistas, deve começar pelo conhecimento da história dos tipos, estudo das fontes existentes e porque foram desenvolvidas. É preciso também saber escolher e combinar fontes, além de aprender a trabalhar espacejamento, entrelinhas e até como a evolução das tecnologias contribuiu para a evolução da tipografia.
“A tipografia, ao lado das cores, forma dois princípios básicos para o trabalho dos designers”, afirma Ana Lúcia Ribeiro, professora de tipologias.
Desinteresse e paixão
A primeira vista a tipografia sugere aos alunos algo chato e maçante. Segundo o professor Aníbal Folgo, muitos resistem, inicialmente, em aprendê-la, mas depois que descobrem seu imenso universo de possibilidades, muda de opinião, passando a dar-lhe o devido valor.
A fonte “Desculpe, meu bem” já lhe rendeu o 3º lugar no concurso typodrome, organizado pela UniverCidade do RJ. A inspiração começou pelo nome da fonte. Galasse imaginou um casal de namorados comendo um sanduíche. De repente, o rapaz derrama ketchup na roupa dela e diz “Desculpe, meu bem”. Os tipos foram desenhados com saches de ketchup do McDonald’s.
O set tipográfico “Côncavo e convexo” mereceu menção horosa no typodrome. O estudante se inspirou nos estudos de litografia e xilogravura desenvolvidos com cálculos matemáticos pelo matemático Escher.
Saldanha criou a “Buril”, baseada na literatura de cordel. Ele buscou referência na textura criada pela ferramenta buril raiada usada para marcar a madeira na produção da xilogravura. “A textura da fonte é formada por riscos retos e paralelos de tamanho pequeno e forma geométrica”.
Raquel Nishijima se inspirou em brotos de feijão para criar a fonte “Moyashi” (nome do feijão em japonês). Ela formou as fontes com brotos de feijão, escaneou, contornou os tipos impressos com caneta, depois escaneou novamente e trabalhou a fonte sobre contornos desenhados com a caneta.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Typographic Tattoos
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